7 pesquisas científicas mais estranhas já feitas – parte 1

Separamos nessa Hiper Lista a primeira parte de uma série de pesquisas científicas mais estranhas já feitas! Confira:

1 – Ratos preferem o silêncio

Em 2011, pesquisadores do Albany Medical College tocaram canções de Beethoven e Miles Davis para ratos e descobriram que esses roedores são mais chegados ao silêncio, mas quando “tinham que escolher”, preferiam ouvir Beethoven ao invés de Miles Davis. 

Foto: Pixabay

2 – Um peru é sempre um peru

Uma experiência feita na Penn State University nos anos de 1960 tentava identificar o quão mínimo deveria ser o estímulo dado a um peru macho para que ela fosse considerada uma parceira para ele. 

Os pesquisadores foram removendo partes de um peru de plástico até que sobrasse apenas uma cabeça de peru em uma vara. Mesmo assim, o peru  macho ainda  tentava acasalar com ela.

3 – Nadando em calda

Em 2004, cientistas da Universidade de Minnesota descobriram que é tão fácil nadar em calda quanto nadar na água. 

Para comprovar essa tese, eles encheram uma piscina de 25 metros com um líquido duas vezes mais grosso que a água, e descobriram que dá pra nadar perfeitamente!

4 – Testando em si mesmo

O veterinário Robert Lopez tirou ácaros da orelha de um gato, nos anos 1990, e os colocou em sua própria orelha. A intenção foi a de testar se os humanos poderiam se contaminar com ácaros felinos.

Após repetir o experimento mais duas vezes, Lopez confirmou que os ácaros dos gatos podem, sim, contaminar humanos!

5 – Pombos são críticos de arte

Em 2010, um pesquisador treinou pombos para saber a diferença entre pinturas boas e más feitas por crianças!

Após pouco tempo de treinamento, os bichos aprenderam a determinar quais eram boas e quais não eram.

6 – Efeito da cocaína na dança das abelhas

Em 7 de abril de 2009, uma pesquisa noticiada pelo Journal of Experimental Biology testou os efeitos da cocaína nas abelhas e concluiu que “o tratamento com uma dose baixa de cocaína aumentou a probabilidade de ocorrência da dança das abelhas em busca do alimento, mas sem elevar a atividade locomotora”.

7 – 370 dias deitados

Em 1986, onze voluntários russos passaram 370 dias deitados na cama para ajudar em futuras expedições espaciais. Segundo o estudo, um ano na cama simulava falta de peso.

O médico e cosmonauta Boris Morukov liderou os estudos que levaram 370 dias!

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